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RESENHAS DAS OBRAS
1. "O Retorno e terno"
A ideia para uma crônica me vem sempre como uma experiência de alegria, mesmo que o assunto seja triste. Ela aparece repentinamente, nos momentos mais inesperados, como a visão de uma imagem. O que tento fazer é simplesmente pintar com palavras a cena que se configurou na minha imaginação. Sou psicanalista. Meu trabalho se baseia na escuta. Cada cliente fala e, ao fazer isso, me permite andar nas paisagens da sua alma. Ao escrever uma crônica faço o contrário: sou eu que ofereço as paisagens da minha alma aos olhos dos meus leitores. E eles, sem o saber, são os meus psicanalistas... O escritor não é alguém que vê coisas que ninguém mais vê. O que ele faz é simplesmente iluminar com os seus olhos aquilo que todos vêem sem se dar conta disso. E o que se espera é que as pessoas tenham aquela experiência a que os filósofos Zen dão o nome de "satori": a abertura de um terceiro olho, para que o mundo já conhecido seja de novo conhecido como nunca o foi.
Fonte:https://www.travessa.com.br/o-retorno-e-terno-29-ed-2011/artigo/d33898cb-9558-46b5-aa51-719f57c24f94
2. "Eu sou Malala"
Malala Yousafzai tornou-se famosa ao lutar por seu direito à educação no Paquistão. Moradora do vale do Swat, local tomado pelo Talibã, Malala seguiu os ensinamentos do pai e continuou indo à escola. O preço pela atitude foi alto: quase pagou com a vida. Em 9 de outubro de 2012, Malala estava no ônibus no qual voltava da escola quando representantes do Talibã atiraram contra ela à queima-roupa.
Em Eu Sou Malala, a adolescente conta sua história desde que era apenas uma criança e de como levou a vida para que tudo chegasse onde ela está agora. Aos 16 anos, Malala foi a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. É dela a frase "uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo".
[10:18, 19/08/2020] Karina Volpe: Mesmo diante de sua luta pelo direito à educação, Malala não deixa de lado suas crenças religiosas. Toda sua batalha, inclusive a pela vida quando esteve no hospital em recuperação, é narrada no livro escrito em parceria com a jornalista Christina Lamb.
Curiosidades
- O livro tem 360 páginas e foi lançado no Brasil em 2013 pela Companhia das Letras.
- A frase que dá nome ao livro foi dita por Malala quando um miliciano do Talibã entrou no ônibus para cometer o atentado contra sua vida e perguntou "quem é Malala?". A jovem respondeu "Eu sou Malala" e em seguida levou o tiro.
- Cinco dias após o atentado, Malala foi levada para o hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, no Reino Unido. Ela deixou o hospital após quase três meses.
- Malala inaugurou a maior biblioteca pública da Europa em Birmingham, na Inglaterra.
- Aos 13 anos, Malala escrevia um blog para a BBC sob o nome Gul Makai. Através da ferramenta, ela contava como era viver sob o regime Talibã e como aconteciam as tentativas de recuperar o controle do Vale do Swat.
Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/leituras-cia/2016/resenha-eu-sou-malala
3. "O Diário de Anne Frank
Uma história verídica que emociona.
‘O Diário de Anne Frank’, publicado originalmente em 1947, se tornou um dos relatos mais impressionantes das atrocidades e horrores cometidos contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A força da narrativa desta adolescente — que mesmo com sua pouca experiência de vida foi capaz de escrever um testemunho de humanidade e tolerância — a tornaria uma das figuras mais conhecidas do século XX. Agora, seis décadas após ter sido escrito, o diário é finalmente publicado na íntegra. A nova edição traz um caderno de fotos, além de vários trechos inéditos.
O livro reconstrói os tensos anos em que a família Frank viveu em Frankfurt, em clima de total anti-semitismo, a fuga da Alemanha e a vida no esconderijo, em Amsterdam. Com fotos e cartas inéditas obtidas junto a parentes e amigos, esta edição finalmente revela mais sobre a jovem Anne Frank, sobre sua família, o ambiente social em que ela cresceu, sua vida antes e depois da fuga e sobre seus últimos setes meses de vida — depois de ter sido traída, capturada pelos nazistas e enviada a um campo de concentração.
Conhecido em todo o mundo através do teatro, adaptações para televisão e traduções,’O Diário de Anne Frank’, incrível documento humano, continua a chocar e a emocionar. Ele assinala passagens de uma vida insólita, problemas da transformação da menina em mulher, o despertar do amor, a fé inabalável na religião e, principalmente, revela a nobreza fora do comum de um espírito amadurecido no sofrimento.
‘O Diário de Anne Frank’ é um retrato da menina por trás do mito. Um livro que aprofunda e aumenta nossa compreensão da vida e da personalidade de um dos fortes símbolos da luta contra a opressão e a injustiça. Uma obra que deve ser lida por todos, para evitar que barbaridades dessa natureza voltem a acontecer neste mundo.
Fonte: http://www.livrarianobel.com.br/index.php/resenha-o-diario-de-anne-frank/
4. 1984
Em 1984 Orwell buscou escrever sua figura de um führer infalível, já que o mundo estava permeado por seres como Stalin e Hitler. O autor acreditava que estávamos sempre tendo que nos encaixar em uma verdade proferida por pessoas com características desses dois supracitados. O romance de Orwell acabou por se tornar uma espécie de manual que expõe situações como o totalitarismo, a força da mídia em manipular a opinião pública e a história, bem como a ‘verdade’, e o constante estado de vigilância sobre a população.
Não podemos deixar de ressaltar, ou esquecer, a todo tempo que 1984 é uma obra ficcional. Uma história realmente impressionante, e que embora tenhamos a impressão de ser um romance profético, nada mais é que a concatenação de ideias de um autor que usava o pseudônimo George Orwell.
fonte: https://www.blogdacompanhia.com.br/conteudos/visualizar/George-Orwell-explica-1984.

3 - Diário de Anne Frank
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